RIR Get the look!

Hoje o Rock in Rio começa oficialmente e nós, cariocas que somos, estamos mega ultra animadas. Aliás, Little Monsters me perdoem, mas eu simplesmente amei que teremos dose dupla de Adam Levine viu! E para comemorar isso, hoje o Pelas Ruas vai trazer dicas de looks inspiradas nas músicas do Maroon 5.

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Coachella 2017: Tendências & Inspirações

O Coachella é um festival de música e arte que acontece todo ano na Califórnia, no Coachella Valley (a gente contou sobre ele aqui). A verdade é que para as fashionistas, o Coachella poderia ser considerado um “trend festival”, porque é só observar o estilo da galera para saber o que estará nas lojas nos próximos meses.

Esse ano são esperadas algumas tendências novas, mas sempre com aquela pegada boho do tipo essa-mistura-de-coisas-acaba-ficando-mega-estilosa ou então parece-que-não-gastei-nada-com-esse-look-mas-deixei-as-calças.

(Estou super brincando, ok? Eu amo o estilo boho por ser super confortável e ter menos regrinhas,mas o pessoal dá uma exagerada braaaaaba)

Bijus no pescoço, nos braços, nas pernas e onde mais você quiser

Como bijus leia-se também as flash-tattoos, que ainda permanecem como tendência forte no festival. A ideia é uma vida com menos regras, então as correntes podem ser penduradas onde a pessoa bem entender. Confesso que fiquei confusa em como colocar uma pulseira (ou cordão, nem sei) de coxa, mas segue o jogo.

Lingerie a mostra

Essa não é uma tendência muito nova e muito menos específica do Coachella. Eu sempre me perguntei porque a gente não podia sair na rua com as lingeries, porque é cada uma mais linda que a outra e dá pena de deixar escondido. Pois bem, agora não só podemos como devemos (e elas estão ainda mais lindas).

Tecidos, muitos tecidos

Saias longas, pantalonas, o que mais você quiser. A ideia não é cobrir as pernas, mas dar fluidez. O festival dura o dia inteiro, então conforto é imperativo. O único problema é a poeira que sobe por lá, já que o festival acontece num lugar desértico. Vale apostar nas mídis, hein? #mudandoatendencia

Tranças, coquinhos e cabelos despenteados

Não sei vocês, mas por um bom tempo Coachella para mim era sinônimo de coroa de flores e chapéus estilosos. Só que isso não traz conforto (quem usa sabe: uma hora cansa e você quer jogar fora) e não é a ideia do festival. Então a tendência desse ano é abusar das tranças e dos coquinhos com aquele ar despretensioso.

 

Infelizmente, eu não vou ao festival esse ano, mas sei que a Rosa Chá está com uma coleção chamada “Festivals” só com looks nessa linha. Vale visitar o site e dar uma olhada! 🙂

Estampas fofas e a Antix

Outro dia precisei comprar com urgência um vestido para um casamento que aconteceria durante o dia. Quem me conhece sabe que eu só gosto de roupas clarinhas, mais “menininha”, sem estampas muito fortes. Parti então para o shopping nessa missão – e bota missão nisso, porque para completar eu visto tamanho 34.

Foi então que dei de cara com a Antix, que fica no Barra Shopping. No Rio de Janeiro, é a única loja da marca, mas se você não mora na Barra vale a viagem, viu? A minha escolha (nada fácil porque eu queria tudo que via pela frente) foi um vestido longo florido que coube em mim mais soltinho, sem necessidade de fazer ajustes. A única coisa chata foi que o P de lá me pareceu maior que nas lojas tradicionais. 😦

A Antix investe muito nas estampas estilo “cute” e numa modelagem mais anos 80, com comprimento midi e cinturinha marcada. É romantismo misturado com vintage, tudo que eu amo.

Essas são algumas peças da campanha atual (experimentei a maioria delas hahaha)!

A marca é originalmente de São Paulo, mas já tem lojas no Rio de Janeiro e Pernambuco também. Ah, eles também vendem online! \o/

Snapchat chega às passarelas

Acompanhando as novidades da New York Fashion Week, a semana de moda que acontece em Nova Iorque, nos deparamos com a irreverência da marca espanhola Desigual. É que a grife contratou maquiadores da MAC para que seus modelos desfilassem com o mesmo visual dos filtros do Snapchat! (quem nunca quis sair na rua com aquele filtro que deixa o nariz fino que atire a primeira pedra)

A intenção era chamar a atenção de jovens e adolescentes – público-alvo da marca -, mas a ação acabou atraindo a atenção do mundo todo. A gente simplesmente AMOU essa ideia! Olha como ficou incrível.

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Só a gente ou vocês também acharam a ideia maravilhosa para usar nas festas de Halloween?Ahhhhhh se a gente tivesse um maquiador da MAC para chamar de nosso, né!

Fashion Tips – Olimpíadas!

Última semana de Olimpíadas, mas ainda temos mais algumas de jogos pelo Rio, afinal depois começam as Paralimpíadas e o Carnaolimpíada continua! \o/ (aliás, com ingressos bem mais baratos, viu?)

Quis escrever sobre algumas dicas de como se vestir para os jogos apenas depois de ir a algum pelo menos, até para falar com mais propriedade.

Vamos aos meus aprendizados:

s2 Em primeiro lugar, conforto – ou seja, tênis. Dependendo da arena olímpica que o seu jogo acontecer, o programa pode envolver LONGAS caminhadas. A única exceção é arena de vôlei: como o trajeto até as arquibancadas é na areia, sugiro chinelos!

s2 Brasil, Brasil, tânânânânâ. Ah gente, ir a uma Olimpíada no Rio de Janeiro e vestir uma roupa zero patriota é muito sem graça. Pode ser Coréia x Suíça, se eu estiver lá, estarei toda trabalhada no verde e amarelo. Pode ser um acessóriozinho apenas, mas alguma coisinha tem que ter!

s2 Não tente bancar a blogueira exagerada. Haha, isso mesmo, eu falei de acessóriozinho, não de ir super cheia de penduricalhos, com mil acessórios. Na hora de passar na checagem por Raio-X você vai entender o que eu estou falando. Haja trabalho pra abrir a mega bolsa, tirar pulseiras, etc. Menos é mais, sempre!

s2 Dê preferência aos shorts ou calças. Você vai precisar entrar e sair das filas das arquibancadas e o espaço para passar é bem apertadinho. Estar de saia pode dar problema – sim, eu fui a um jogo de saia e me arrependi muito.

s2 Leve um casaco! Cara, na cidade olímpica venta MUITO; e nas outras arenas, tem hora que o ar condicionado dá uma congelada. Sem contar com a volta pra casa, que costuma ser mais a noite e bate aquela friaca.

 

Bom, acho que com essas cinco dicas dá para curtir o dia inteiro de jogos sem muito problema. Querem ver alguns looks para inspiração?

 

5 marcas cariocas, estilosas e acessíveis que amamos

As marcas cariocas têm dominado o cenário da moda nacional, competindo com grandes marcas consolidadas no país. O comércio virtual é um dos grandes responsáveis por essa competição “de igual para igual” (e o boca a boca das estilosas cariocas mais ainda!). Muitas dessas marcas começaram as suas histórias com perfis no Instagram, ganharam notoriedade e chegaram às ruas. Algumas nem loja física têm, mas ainda assim fazem o maior sucesso! Vamos a algumas das nossas preferidas:

Bazis!

Antes de qualquer coisa, lê-le “básis”. Basta circular pelas festas e eventos no Rio de Janeiro para perceber que as estampas e cortes da Bazis já dominam o figurino das cariocas. A marca, que começou a sua trajetória na Babilônia Feira Hype, já abriu duas unidades físicas, uma em Copacabana e outra em Ipanema, e também vende online. Um dos motivos que fazem a Bazis estar em primeiro lugar aqui é que eles têm tamanho PP (preciso!); outro é que os preços costumam ser bem acessíveis.

Insta: @heybazis

Site: www.bazis.com.br

 

Loja Três

A Três é mais uma marca carioca criada em 2013 e que possui uma loja física na cidade maravilhosa, localizada no Leblon (também há venda pelo site). A Três tem um espírito diferente, com uma essência mais colaborativa que traz versatilidade no estilo. Ainda assim, ela tem uma identidade visual própria: muitos recortes, estampas geométricas e maiôs de ba-bar! A boa notícia é que preço acessível também é o lema das meninas!

Insta: @lojatres

Site: www.lojatres.com

 

Loja Dupla Carioca

Essa é uma loja que acompanho desde a criação, que surgiu na verdade do blog Dupla Carioca, das lindas Mari Reis e Nanda Britto (aliás, essas meninas são também um fenômeno no snap!). A pegada da marca, que só vende online, é beeeem carioca: muitos shorts de cintura alta, biquínis, bodies, croppeds e bijoux estilo sereia. O preço não é salgado não!

Ah, pra quem não gosta de comprar pela internet, uma ótima notícia: a loja está com uma pop up store no Fashion Mall até esse domingo, dia 24. Corre lá pra conhecer 🙂

Insta: @lojaduplacarioca

Site: www.lojaduplacarioca.com.br

 

Nidas

Finalmente uma marca de moda praia! A Nidas, criada em 2012, aposta por enquanto apenas no comércio virtual e revendedores, para os quais ela vende atacado. Eu amo as estampas e a modelagem fazendo-a-linha-ryca da loja. Aproveita que daqui a pouco já é verão e começa a fazer a coleção de biquínis e maiôs. A Nidas arrasa nisso sem cobrar um preço alto!

Insta: @nidas_br

Site: www.nidas.com.br

 

Svetlana

Lógico que a marca que mora no coração de Ipanema e ganhou nossos corações na entrevista com a Mariana Iacia (relembre aqui) não podia ficar de fora da nossa lista. A Svetlana é a primeira loja de moda vegana do Brasil e trabalha muito o empoderamento feminino no seu estilo e coleções. Não tem como sair de lá sem se apaixonar por TODAS as peças! Ah, ela vende online também. 🙂

Insta: @akasvetlana

Site: www.akasvetlana.com 

 

Conhece mais alguma marca carioca que mereça fazer parte dessa lista? Comenta pra gente saber e se jogar também! <2

Svetlana – Shift 2 entrevista Mariana Iacia

Era uma sexta-feira, às sete horas da noite – horário em que praticamente todas as lojas de Ipanema fecham – e nós chegamos à Svetlana para conversarmos com a Mariana Iacia, nossa antiga companheira de colégio e criadora da primeira marca de moda vegana no Brasil. Fazia muito tempo que não falávamos com ela, estava na hora de fechar a loja, a Mariana não estava se sentindo tão bem, mas ainda assim fomos recebidas com o maior carinho e disponibilidade do mundo.

Nosso objetivo inicial no bate-papo com ela era conhecer mais a marca, o porquê do veganismo, entender como a Mariana construiu sua carreira e saber um pouco sobre a sua experiência profissional com grandes nomes da moda internacional. Digo objetivo inicial porque acabamos surpreendidas: saímos totalmente deslumbradas com a proposta da Svetlana e a forma de trabalho que a Mariana prega, além de loucas para comprarmos todas as peças da loja.

Antes de entrarmos na conversa em si, precisamos contar o que mais nos impressionou na conversa. Primeiramente, descobrimos na Mariana um ser humano incrível, especialmente no que diz respeito à luta pelo empoderamento das mulheres. Todas as suas peças são produzidas por mulheres que sofreram com algum tipo de violência doméstica e a Mariana faz questão de apoiar artistas da periferia, como o Dreamteam do Passinho.

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Esse body lindo é da Svetlana!

Vamos à nossa conversa!

S2: De onde veio o nome Svetlana?

M: Eu morava em NY e conheci um sérvio, com quem comecei a namorar. Foi então que comecei a aprender sérvio, até porque me interessava muito pela história da separação da Iugoslávia, uma história cheia de detalhes e até hoje em constante mudança. Descobri que em todos os países do leste europeu “Svet” significava luz ou algo associado a raio de sol e brilho e eu achei isso bem bonitinho. Nessa época, eu sempre falava para o meu namorado “ah quando a gente tiver filha, o nome dela vai ser Svetlana”, um nome bem comum nesses países e com uma pronúncia gostosa para mim. Quando criei a marca do zero, entrando nesse negócio sozinha, largando o emprego que eu tinha na Gucci e me tornando uma empreendedora, me senti uma mulher corajosa. Então, eu pensei: eu quero vender para mulheres corajosas, fortes, de personalidade; não quero vender para uma bobona qualquer. E ao lembrar do nome Svetlana, comecei a pesquisar a história de mulheres com esse nome. Foi então que tive uma surpresa: eu amava uma escritora americana cujo nome era Lana Peters, que escrevia uns poemas bem dramáticos, tristes – e eu sou meio dramática – e descobri que ela, na verdade se chamava Svetlana Stálina, a filha do Stalin. Essa menina era apaixonada por um judeu e seu pai, por conta do extremismo, matou não apenas o seu amor como também a sua mãe. Ela ficou muito revoltada e, por isso, decidiu pedir asilo político em outros lugares, como os Estados Unidos. Só que ela foi atacada nos Estados Unidos porque achavam que ela estava no país como espiã, mas na verdade ela realmente estava contra o pai e a sua vida foi combater o legado de Stalin. Foi então que ela trocou o nome para Lana e utilizou Lana Peters como pseudônimo. Eu pensei: gente, não tem uma mulher mais corajosa no mundo que uma que brigou com Stalin e foi morar nos Estados Unidos para combater o regime do ditador! Depois descobri que muitas outras mulheres que fizeram história também se chamavam Svetlana.

“Eu quero vender para mulheres corajosas, fortes, de personalidade; não quero vender para uma bobona qualquer.”

S2: Como surgiu a ideia de ter uma marca e por que uma marca vegana?

M: Então, a ideia de ter uma marca surgiu porque eu trabalhava fora e via que não tinha muita possibilidade de crescimento no escritório americano da Stella McCartney (o principal fica em Londres). Eu gostava muito de fazer estampa e dentro da marca dela eu não tinha muito espaço para isso, então comecei a fazer algumas peças para multimarcas americanas e brasileiras e percebi que as pessoas gostavam muito, realmente tinha uma boa saída. De início era bem pequena até entender como funcionava o mercado. Eu não queria fazer uma coisa muito bobinha, igual a tudo; queria abrir uma marca diferente do que existia, com estampas diferentes, queria sair do padrão. Sobre ser vegana, eu virei vegetariana quando era pequena e vi um vídeo mostrando como arrancavam peles de focas bebês, sofro só de lembrar. Eu nunca mais quis comer nada de animais, mas não me ligava em couro, peles, essas coisas, até porque não é tão comum no Brasil. Só que em NY, eu fui trabalhar em uma marca que se chamava Alberta Ferretti e estava tudo bem até chegar a coleção de inverno. Me mandaram para a loja na parte de pele de animal e eu não quis ir, cheguei a discuti com a minha chefe. Era um salão só com pele de animal, só via maldade e as pessoas comprando. Cheguei em casa chorando muito por trabalhar num lugar contra todos os meus princípios e no dia seguinte pedi demissão. Minha chefe sugeriu que eu trabalhasse em outra marca da empresa sem pele de animal, mas eu me sentia mal só de estar no mesmo grupo.

Foi então que virei vegana, comecei a pesquisar as marcas que não trabalhavam com animais e cheguei até a Stella McCartney. Mandei vários e-mails, fui várias vezes até a sede, implorei por um trabalho, contei do meu veganismo, mas a galera que trabalhava lá era pouco idealista e bem estilo “O diabo veste Prada”. Acabaram me dando uma chance porque eu era a única pessoa que ligava para essa coisa do veganismo. Foi bacana porque a marca tinha um projeto com mulheres na África, outro com animais, não usava nem mesmo lã nas peças. Aprendi muito, especialmente as pequenas coisas do veganismo na moda, que vai muito além de apenas não usar couro ou pele. Só que chegou num ponto em que eu já não tinha muita possibilidade de crescimento dentro da empresa e mesmo que houvesse, demoraria muito. Então pensei em voltar para o Brasil e criar uma marca vegana, sem nem saber que ainda não existia uma marca de moda vegana no país.

S2: Como foi trabalhar com a Stella McCartney e o que você mais admira nela?

M: Às vezes a Stella ia para NY e eu a encontrava nos desfiles. Ela era muito fofa, fazia questão de agradecer pela ajuda. É era uma pessoa muito fácil de lidar, não é metida, não. O que eu mais admiro nela é a humildade. Na primeira vez que a vi, eu era só uma estagiária e ela me pediu um favor bobo. Eu fiz e depois ela fez questão de ir até mim só para agradecer por eu ter feito aquele favor bobo. Eu pensei: ‘gente, que fofa’.

S2: De que forma a filosofia vegan influencia na criação das coleções?

M: Hoje em dia é mais fácil trabalhar com materiais veganos porque tem muito mais fornecedores, né. Mas não consegui ainda criar um sapato de boa qualidade, por exemplo.

[Alguns dias depois da nossa conversa a Svetlana fechou uma parceria com a Insecta Shoes e na semana que vem a loja passará a vender sapatos liiindos e veganos!]

S2: Quando e como você começou na carreira?

M: Fiz Desenho Industrial e produzia flyer físico de eventos. Depois comecei a me interessar por estampas e as estampas me levaram para o mundo da moda. Me interessei tanto que resolvi fazer uma pós-graduação em moda em NY.

S2: De que forma o estilo carioca está presente na loja? 

M: De forma nenhuma (risos). Tanto que as pessoas entram aqui e falam: ‘nossa, que loja diferente’.

S2: De que país vc acha que é sua loja, então?

M: Algumas pessoas me falaram de Holanda, mas tenho muita inspiração no street style de Berlim, que eu adoro, e também de NY né, que é essa mistura toda.

 

S2: O que mais te inspira na criação das peças?

M: Filmes! Eu amo cinema e até fiz uma pós-graduação nisso. Todas as coleções têm nomes e foram inspiradas em filmes, como “A teta assustada” (Peru), de Claudia Llosa, “A montanha sagrada” (EUA), de Alejandro Jodorowsky… Já teve coleção inspirada no “Anjo exterminador” (ESP), do Luis Buñuel…

S2: O que a Svetlana está preparando para a próxima estação?

M: A próxima coleção é inspirada no filme polonês “Madre Joana dos Anjos”, do Jerzy Kawalerowicz, e continuará com essa pegada de feminismo, mantendo, obviamente, o posicionamento vegano da marca, que é sua essência.

 

Notícia boa para quem não é do Rio de Janeiro (e para quem é também!): essas roupas lindas da Svetlana agora podem ser compradas na internet, na loja virtual da marca. Garantimos roupas lindas, um conceito inspirador e uma marca desenvolvida por um ser humano admirável!

Ah, e para quem quiser conhecer a loja física, a Svetlana fica na Avenida Visconde de Pirajá, 580, 2º andar – Ipanema.