Um dia na Restinga de Marambaia

Apesar da Restinga de Marambaia ficar no Rio, mais precisamente em Barra de Guaratiba (sim, depois da Barra e do Recreio), muitos cariocas ainda não conhecem esse verdadeiro paraíso. Eu era uma dessas pessoas! Até que, recentemente, fui passar um dia lá e me apaixonei. ❤

A programação ideal seria:

Praia do Grumari

A praia do Grumari fica logo depois da Prainha e é bem maior que a primeira – consequentemente, você conseguirá estacionar mais facilmente. Se você for durante a semana, encontrará apenas uns surfistas pingados aproveitando as ondas; no final de semana, o negócio ferve!

Passar a manhã lá pegando um sol, curtindo aquela areia limpinha e dando uns mergulhos no mar azulzinho é a ideia!

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Gastronomia

Não sei vocês, mas para mim, praia dá fome! E estando nessa região, nada melhor que comer frutos do mar. A melhor pedida é o restaurante do Bira, cujo nome é Bira de Guaratiba. Imperdível!

Tem uma vista linda e os pratos mais pedidos são os que levam camarão (não posso comer porque sou alérgica, snift).

SUP na Restinga

Acabou o almoço, que tal um SUP com o cair do dia?

Na Restinga existem dois lugares bacanas para alugar prancha de Stand-up Paddle. Um deles é o Clubinho e o outro é a Casa do Remo. Eu fui em dia de semana e apenas o Clubinho estava funcionando. Cada hora de prancha custa R$ 50,00 e esse tempo dá para rodar bem pela restinga, viu? Sugiro, inclusive, dividir a prancha com uma pessoa para revezar remada e foto. 🙂

Nesse mesmo lugar existe tipo um bar com comidinhas e bebidas, além de uma programação especial para o “sunset” nos finais de semana. Rola uma musiquinha gostosa lá e fica bem cheio! Inclusive, se você optar por ir sábado ou domingo, é bom ligar pra reservar a sua prancha e ir de Uber da praia para não precisar estacionar.

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#TBT Jogos Olímpicos Rio 2016 – Já estamos com saudade

Os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro mal acabaram e nós já estamos morrendo de saudade da Olimpíada mais zueira da história! Como quinta-feira é dia de #TBT, separamos o que mais sentiremos falta:

#TBT 1: Boulevard Olímpico 

Já falamos sobre essa região aqui, mas ficamos tão felizes com esse novo point do Rio de Janeiro que resolvemos começar a lista por ele. Durante os jogos, o Boulevard Olímpico recebeu milhares de pessoas (turistas e cariocas) que queriam ver a little pira olímpica, curtir um show (a programação musical foi incrível!), tirar foto no mural do Kobra ou simplesmente curtir essa região da cidade que até pouco tempo atrás era desvalorizada e perigosa. Esperamos muito que o Boulevard Olímpico continue depois da Olimpíada e das Paralimpíadas, com toda a vivacidade que encheu os corações dos cariocas de orgulho!

 

#TBT 2: Casas das Delegações

“Em cinco minutos chego na França”, “Depois da Áustria vamos na Suíça?”, “Ontem dei um pulinho na Alemanha, fui na Jamaica e depois segui para a Holanda”. O que a princípio é geograficamente impossível de acontecer e tornaria essas frases mentirosas, na verdade, se tornou uma realidade durante os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Com bebidas e comidas típicas e, muitas vezes, programações musicais maravilhosas e surpreendentes (não é, dona Holanda?!), as Casas das Delegações apresentaram a cultura de seus respectivos países e deixaram a vontade de viajar ainda mais aguçada.

 

#TBT 3: Vinícius 

Como não amar esse mascote que, dentre outras coisas, dá cambalhota e dança funk? Esperamos a mesma animação do Tom, o mascote das Paralimpíadas. Vem com tudo! \o/

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Sem dúvida, o melhor mascote de todos os tempos! Volta, Vinícius!

 

#TBT 4: CarnaJogos 

Foram mais de 150 festas em 15 dias (sabemos porque mapeamos t-o-d-a-s). Precisamos dizer mais alguma coisa? Eram tantas opções que ficou difícil decidir o que fazer e muitas vezes foi dobradinha. Holanda + Casa Coca + After no Club France, quem nunca? Queremos esse segundo carnaval todo ano. Como faz?

 

#TBT 5: Monster block!

Porque os Djs que comandaram as arenas de vôlei e vôlei de praia deram um show no quesito animação, não teve páreo. Impossível comparecer aos jogos e não ficar com as músicas (e as danças) na cabeça: Monsterblock, Ace Serve e Here comes the BOOM BOOM BOOM BOOM. #quemfoisabe

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#TBT 6: Copos Colecionáveis

Que atire a primeira pedra aquele que não tentou trocar os seus milhares de copos repetidos de ginástica de trampolim pelo mais desejado (e raro) copo do tênis ou do basquetebol; ou que empacou a fila pra comprar cerveja porque queria escolher a modalidade! Eu não sei o que era mais forte: a vontade de beber uma cerva gelada e entrar no clima maravilhoso das arenas ou a ânsia por ter mais um copo na coleção (e passear com aquela mega pilha tirando oooonda)!

 

#TBT 7: Delegação Skol 

A Skol não acertou somente com os copos, mas com a Delegação Skol, tanto no Parque Olímpico quanto no Boulevard Olímpico. Com DJs que não deixavam ninguém parado, os estandes da marca de cerveja bombaram! Foi o que mais gostamos no Parque Olímpico (depois de assistir aos jogos, claro)!

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#TBT 8: Girl Power!

A Rio 2016 foi considerada a Olimpíada das mulheres e não é à toa.Foram os Jogos Olímpicos com o maior número de mulheres participantes: quase 45% dos atletas eram do sexo feminino.

A brasileira Rafaela Silva conquistou a primeira medalha de ouro do Brasil, no judô. A americana Simone Biles deixou todo mundo boquiaberto com suas performances na ginástica artística. Doaa Elghobashy e Nada Meawad entram para a história dos Jogos ao serem a primeira dupla a competir no vôlei de praia em uma Olimpíada pelo Egito, de hijab (véu) e tudo! Esses são só alguns dos muitos exemplos de mulheres que se destacaram na Rio 2016.

 Eu não sou o próximo Usain Bolt ou Michael Phelps. Sou a primeira Simone Biles.

Sentiremos falta de torcer por essa mulherada!

#TBT 9: O orgulho de ser brasileiro

Atleta francês que se incomodou com as vaias da torcida brasileira e a alegação de que a vitória surpreendente de Thiago Silva no salto com vara teria sido em função do candomblé. Nadadores americanos e o assalto que não aconteceu para esconder o vandalismo e a bebedeira. Jornal americano criticando o seu, o meu, o nosso Biscoito Globo, um dos principais ícones da cidade e queridinho dos cariocas. Nossa reação enquanto brasileiros foi a defesa da nossa cultura, da nossa imagem e do nosso biscoito.

Só a gente pode falar mal, entenderam, gringos? E se reclamar de vaia, a gente vaia mais ainda. E ponto final.

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#TBT 10: Os memes

Porque o melhor do Brasil realmente é o brasileiro. Que criatividade! Esses são só alguns exemplos!

 

A saudade bateu por aí também? 😦 #voltaolimpiada #nuncatepedinada

Cervejarias Cariocas: Three Monkeys Beer

Hoje começamos uma série sobre cervejarias cariocas, empresas que produzem a nossa bebida preferida de forma artesanal e foram criadas aqui em nossa cidade maravilhosa. E a primeira estrela do nosso post é a Three Monkeys Beer, uma marca que tem tudo a ver com o conceito do nosso blog: ela também começou de uma grande amizade!

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Criada em dezembro de 2013 por quatro amigos, hoje suas cervejas e chopps já estão presentes em mais de 240 pontos de venda. A ideia de criar a cervejaria surgiu de um curso que três dos sócios fizeram com o mestre cervejeiro Leonardo Botto no Rio de Janeiro, no qual aprenderam sobre o processo produtivo da bebida na teoria e na prática. O nome foi inspirado nas cervejas belgas – melhores do mundo – produzidas por monges e nos (sedentos) macaquinhos que resolveram aparecer justamente no momento em que faziam o curso. Three Monks + Monkeys = Three Monkeys!

Desde então, é nítido que a inovação e amizade dão a tônica na forma de trabalho deles. Nesses quase três anos de operação, a marca já fez duas parcerias co-criativas de sucesso no território carioca: uma com o Brownie do Luiz e outra com a cervejaria 3 Cariocas, que deram origem à Three Monkeys Brownie Ale e à cOPAcabana, respectivamente. Eu experimentei a versão com o Brownie e AMEI! Mesmo com teor alcoólico de 6,2%, ela é super suave e deixa mesmo aquele gostinho de cacau na boca.#ficaadica

Além dessas duas, a marca ainda tem mais duas receitas em seu portfólio: a Three Monkeys Golden Ale (para mim a mais gostosa de todas) e a Three Monkeys India White Ale.

O slogan, Brewing Friends, acompanha todo esse conceito de reunir os amigos para tomar uma bela cerveja. Criada por amigos para amigos, a Three Monkeys tem conquistado amigos até mesmo internacionalmente. É que a marca participou de uma reportagem na NBC San Diego sobre cervejas artesanais. Legal, né?!

Você pode ver o vídeo da matéria aqui.

Ah, mais uma ideia inovadora! Além de a cerveja ser vendida online (sem contar os pontos de venda físicos, lógico), também é possível comprar t-shirts com as criações da marca na Vandal.

 

Site: www.threemonkeysbeer.com.br

 

7 hidden spots no Rio

Aposto que todo mundo já está cansado de conhecer os tradicionais pontos turísticos no Rio, né? (Se você não conhece e quer um roteiro para visitar os clássicos da cidade, clique aqui)  Mas e se eu te falar que existem alguns lugares secretos na cidade tão maravilhosos quanto? Vamos a alguns deles:

Esqueleto Tourist Hotel

Esse prédio é um verdadeiro elefante branco, um hotel que começou a ser construído mas a obra não foi finalizada – restando hoje apenas o seu esqueleto (daí o nome, que originalmente era Gávea Tourist Hotel). São 16 andares de construção inacabada, rendendo belíssimas fotos e um belo exercício físico. Alguns amigos que visitaram recentemente disseram que o acesso não está tão simples e que foi necessário fazer uma trilha para chegar.

 

Praia do Secreto

Essa praia não está mais tãããão secreta assim porque muitos sites (oh nós aqui também) divulgaram. Não é para menos! Em dia de maré mais baixa e mar calmo, essa praia, que é cercada por pedras, fica uma verdadeira piscina de água cristalina. Para chegar lá, deve-se fazer o caminho normal para a Prainha e pegar uma trilha na Avenida Estado da Guanabara, logo depois da Praia da Macumba, na Estrada do Pontal. 5 minutinhos andando e você está lá. Sugiro ir em dia de semana, nos findes ela ferve de gente!

 

Escadaria Selarón

Mais um ponto que acabou ficando um pouquinho mais famoso (embora ainda seja esquecido nos roteiros pelo Rio) depois de divulgação. A escada, que liga o bairro da Lapa à Santa Teresa, chegou a ser cenário de um clipe do Snoop Dogg, lembram? O bonito desse lugar é a mistura de cores por conta dos azulejos em mosaico, sem contar os barzinhos em volta perfeitos para uma cervejinha de boteco ao som de música boa.

 

The Maze

Um mix de labirinto, albergue e bar que fica na comunidade Tavares Bastos, no Catete. A vista do segundo andar é maravilhosa e o bar costuma ter uma programação de Jazz ótima também. Apesar de ficar em uma comunidade, o acesso é tranquilo: de táxi dá para chegar bem perto e depois andar alguns metros para chegar ao bar.

 

Samba da Ouvidor

O Centro sempre teve o seu charme, mas agora com as obras e o policiamento, fica melhor ainda de conhecer as suas atrações. E uma delas é o famoso Samba da Ouvidor, criado por amigos para amigos. Localizado no cruzamento da Ouvidor com a Rua do Mercado, a roda de samba costuma acontecer aos sábados e reúne gente de todo tipo. Bem gostoso o clima!

 

Praia da Joatinga

Esse é um dos lugares secretos preferidos dos cariocas, especialmente os surfistas ou a galera que curte jogar altinha (lá não tem muita fiscalização, nem mesmo nos finais de semana). O acesso à praia, que fica no Joá, é por dentro de um condomínio de casas e pode ser um pouco complicado. Sugiro táxi ou uber!

 

Mirante Dona Marta

Eu, Lu, confesso que não curto muito programas que envolvam entrar e sair da favela. Não é por preconceito, é por medo da violência mesmo, ainda mais sendo menina (infelizmente, a gente se priva por medo né?). Mas se você quer curtir uma vista absurda fora do circuito mais tradicional, vale visitar esse Mirante. Tem gente que assiste o nascer do sol lá, só ouço falar bem! 🙂

 

E vocês, conhecem algum “hidden spot” pelo Rio? Se sim, contem pra gente!

A vida é um Triatlo

Por: Ruth Manus

A vida é um triatlo

No qual 30 jogadores de rugby correm atrás de você, te espetando com espadas de esgrima.

6:30 da manhã, o despertador toca como o tiro da largada da corrida. Eu não entendo nada. Hoje é sábado? É sexta? Não, ainda é quarta. Ai Deus. Minha cama parece aquela piscina de 5 metros de profundidade dos saltos ornamentais, tento sair mas não alcanço a borda, fico balançando as pernas, afundando no meio das cobertas, nem tem escadinha na borda pra ajudar.

Levanto, finalmente, como um cavalo enfurecido que não está sabendo lidar com os obstáculos da prova de hipismo. Tropeço num par de sapatos, chuto o pé da mesinha, cai tudo, dou de cara com a porta do banheiro que eu achei que estava aberta, dou coice em quem falar comigo. Não faz nem 10 minutos que eu acordei e já estou mais puto do que um treinador chinês de halterofilismo.

Entro no banho e, de repente, lembro que marquei uma reunião às 8 da manhã. Começa então uma série de movimentos cravados no melhor estilo nado sincronizado. Estica os braços/enfia a roupa/pula dentro do sapato/estica o braço direito/ pendura a bolsa no braço/estica o outro braço/pega uma banana/abre a porta/segura o celular na orelha com o ombrinho/dá uns pulinhos para não perder o elevador.

No transporte público rola um tipo de partida de rugby: um monte de gente troglodita te atropelando e você segurando suas coisinhas, querendo apenas sobreviver até o seu destino. Olho para o relógio: 7:42. Penso no meu chefe. É uma mistura entre o treinador chinês e o jogador de rugby da outra equipe.

Chego no trabalho como uma ginasta correndo para tomar impulso. Dou um mortal para dentro do banheiro, lavo as mãos, lavo rosto, dou um mortal para trás para pegar a pasta na minha mesa, duplo twist carpado para a sala de reuniões, 8:01, quase levanto os dois braços, estufo o peito e viro pra lá e pra cá, para que aplaudam minha chegada.

Começa então a partida de tênis de mesa: você trouxe o relatório?/não, quem ia trazer o relatório era você/eu não, o Tavares me disse que você tinha os dados/mas a Maria Julia disse que você estava responsável por esse cliente/eu só trouxe os documentos/ eu só trouxe a proposta.

De tênis de mesa, a reunião se transforma em um tatame. Todo mundo se derrubando gentilmente. Aparecem umas informações desconhecidas que parecem espadas de esgrima, que começam a espetar sua barriga e te deixar meio em pânico. Mas você mantém sua cara amigável, que lembra um russo que faz arremesso de peso. A reunião demora mais que partida boa de tênis. Todo mundo exausto, se odiando um pouquinho, mas mantendo o espírito esportivo, “nos vemos no almoço!”.

Então vem o almoço. Foi dada a largada para o revezamento no self service. Quando você vê já está comendo lasanha com alface, filé de frango, purê de batata, linguiça calabresa, spaghetti, farofa, tomate, vagem, arroz, lentilha, feijão preto, strogonoff e polenta frita. Sai de lá com o porte perfeito para ir direto para uma luta greco romana.

Mas não. Volta para as lutas do trabalho mesmo. Judô com o Almeida do financeiro que esqueceu a sua fatura, karatê com o motoboy que esqueceu de trazer seus papéis, taekwondo com você mesmo que esqueceu a senha do servidor. Depois é driblar o chefe, driblar o sono, driblar o pão de mel na mesa ao lado que todo dia você pensa em roubar da Vanusa.

Chego em casa, pego a correspondência. Conta de luz, conta de água, conta do celular, fatura do cartão, nocaute. Arranco os sapatos numa fração de segundos. Olho para a cama e nem preciso da vara para fazer um salto majestoso em cima dela. Arremesso a roupa suja no cesto. Pela distância são 3 pontos. Aponto o controle remoto de pilha fraca com a minha melhor pontaria na direção da TV.  Canal de esporte. Não posso perder os jogos olímpicos. Eles só acontecem a cada 4 anos.

Publicado em: http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/ruth-manus/a-vida-e-um-triatlo/

4 Trilhas para (começar a) conhecer o Rio

O Rio é uma cidade cheia de paisagens absurdas de linda e com um relevo que propicia a prática de hikking. Além disso, ainda dá tempo de aproveitar as temperaturas um pouco mais baixas do inverno para subir os principais picos sem morrer de calor!

Essas são as 4 trilhas no Rio de Janeiro que eu já fiz e amei, mas a minha lista continua. Para ficar mais fácil, vou indicar o nível de dificuldade segundo o MEU esforço, ok? Porque as trilhas são numeradas em graus, mas nem sempre a sensação de cansaço acompanha.

Pedra Bonita

É a trilha de melhor “custo-benefício”: em 30 minutos você consegue subir em um ritmo agradável, chega a suar um pouco e tem uma vista sensacional da Zona Sul, Lagoa e Barra. Eu já fiz essa trilha tantas vezes que outro dia me aventurei a subir as 5h da manhã para ver o nascer do sol. Sério, é de tirar o fôlego.

Para chegar ao início da trilha, é só subir a Estrada das Canoas em São Conrado até o ponto de entrada ao parque que tem o ponto de voo (se você se empolgar, ainda dá para fazer um pulo de asadelta, viu?).

 

Pedra da Gávea

Ao contrário da Pedra Bonita, é a de pior custo-benefício (minha opinião, hein galera!). Fui em um grupo grande e demoramos umas 3 horas para chegar no topo, isso com um ritmo ok, parando de vez em quando. É subida o tempo todo e no final ainda tem a carrasqueira, que é uma subida em escalada mais íngreme. Se você tem medo de altura, não aconselho!

Ah, nessa trilha é indispensável levar bastante água e algo para comer, ok? É muito tempo de subida e de descida e, depois disso tudo, você quer ficar um tempinho lá em cima curtindo a recompensa do visual – que é quase o mesmo da Pedra Bonita, apenas para constar.

O acesso se dá pela Barrinha.

 

Morro Dois Irmãos

Mais uma trilha cuja paisagem final é de tirar o fôlego. O Dois Irmãos fica ali no topo do Vidigal e oferece uma vista linda da Zona Sul e São Conrado. De cima, dá para ver direitinho o formato de coração da Lagoa e o Cristo Redentor. É uma trilha um pouquinho mais pesada que a Pedra Bonita, mas bem mais leve que a Pedra da Gávea. Achei uma subida bem gostosa!

Para acessar o ponto de partida, basta pegar um táxi ou transporte público na entrada do Vidigal e saltar no campo de futebol na Vila Olímpica. Depois, é subir uns 45 minutos e pronto! 🙂

 

Praia do Perigoso

Fui em um grupão de amigos e foi muito bom. Essa trilha, ao contrário das outras, não termina num pico; o final dela é numa praia praticamente selvagem, bem vazia e com um mar cristalino. Recomendo levar lanches e programar um dia inteiro curtindo. De lá, dá ainda para subir a Pedra da Tartaruga. O visual é incrível!

A trilha começa no final da Praia de Barra de Guaratiba. O melhor é chegar cedinho e tentar estacionar por ali, mas nem sempre é tranquilo de achar vaga. Uber sempre resolve! 🙂

 

Ainda falta …

Pois é, faz um tempo que não tenho tempo para fazer uma trilha, mas tenho uma wish-list ainda para esse ano. Quem quiser se juntar, avise. De qualquer forma, quando eu fizer, conto aqui pra vocês. ❤

s2 Pedra do Telégrafo (estou esperando a moda da foto pendurada passar, rs!)

s2 Morro da Urca – Pão de Açúcar

s2 Morro do Corcovado

Fashion Tips – Olimpíadas!

Última semana de Olimpíadas, mas ainda temos mais algumas de jogos pelo Rio, afinal depois começam as Paralimpíadas e o Carnaolimpíada continua! \o/ (aliás, com ingressos bem mais baratos, viu?)

Quis escrever sobre algumas dicas de como se vestir para os jogos apenas depois de ir a algum pelo menos, até para falar com mais propriedade.

Vamos aos meus aprendizados:

s2 Em primeiro lugar, conforto – ou seja, tênis. Dependendo da arena olímpica que o seu jogo acontecer, o programa pode envolver LONGAS caminhadas. A única exceção é arena de vôlei: como o trajeto até as arquibancadas é na areia, sugiro chinelos!

s2 Brasil, Brasil, tânânânânâ. Ah gente, ir a uma Olimpíada no Rio de Janeiro e vestir uma roupa zero patriota é muito sem graça. Pode ser Coréia x Suíça, se eu estiver lá, estarei toda trabalhada no verde e amarelo. Pode ser um acessóriozinho apenas, mas alguma coisinha tem que ter!

s2 Não tente bancar a blogueira exagerada. Haha, isso mesmo, eu falei de acessóriozinho, não de ir super cheia de penduricalhos, com mil acessórios. Na hora de passar na checagem por Raio-X você vai entender o que eu estou falando. Haja trabalho pra abrir a mega bolsa, tirar pulseiras, etc. Menos é mais, sempre!

s2 Dê preferência aos shorts ou calças. Você vai precisar entrar e sair das filas das arquibancadas e o espaço para passar é bem apertadinho. Estar de saia pode dar problema – sim, eu fui a um jogo de saia e me arrependi muito.

s2 Leve um casaco! Cara, na cidade olímpica venta MUITO; e nas outras arenas, tem hora que o ar condicionado dá uma congelada. Sem contar com a volta pra casa, que costuma ser mais a noite e bate aquela friaca.

 

Bom, acho que com essas cinco dicas dá para curtir o dia inteiro de jogos sem muito problema. Querem ver alguns looks para inspiração?