Contagem regressiva para o Coachella 2017!

Faltam pouquíssimos dias para um dos festivais mais descolados do mundo: o Coachella. Em sua edição de 2017, o público vai curtir, dentre muitas atrações incríveis, shows de The XX, Bon Iver, Lorde, New Order, Future Islands e os headliners Radiohead, Kendrick Lamar e Lady Gaga (que entrou no lugar da Beyoncé após o anúncio de sua gravidez). Com ingressos variando entre U$399 e U$899 (UUUUIIIII – e mesmo assim estão esgotados, ok?), o festival se consolidou como um dos mais cools do mundo. Sabe aquela história de lançar tendências e tal? Então. Maaaas, senta aqui que eu vou te contar um pouco mais sobre ele.

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Pra começar, o nome completo do festival é Coachella Valley Music and Arts Festival e ele, como o próprio nome sugere, ultrapassa as fronteiras do mundo da música, sendo uma importante referência para o mundo da moda, da arte e do lifestyle americano (que acaba inspirando estilos de vida no mundo todo). O festival é realizado na Califórnia, em  um estádio de polo (Empire Polo Club), aquele esporte dos cavalinhos, rsrs. São mais de 12hrs de shows (vai de 11h até 0h30) em dois finais de semanas idênticos (as mesmas atrações que tocam numa sexta, tocam na outra sexta, por exemplo).

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Tudo começou em 1993, com um show do Pearl Jam no tal Empire Polo Club. É que perceberam que o local era excelente para receber grandes eventos e aí Paul Tollett e Rick Van Santen resolveram fundar o Coachella, que ganhou força em 1999 com os headliners Beck e Rage Against the Machine. Na época os ingressos custavam só U$50 por dia… Em 2007 o festival passou a ser realizado em 3 dias e, em 2012, os organizadores resolveram fazer esse esquema de finais de semana gêmeos.

Essa pessoa que vos escreve nunca foi (U$399 dói demais, né), mas morre de vontade de ir. Quem sabe ano que vem… Vamos juntos?

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imagens: site do Coachella
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Dia Internacional do DJ – Shift 2 entrevista DJ Flávia Xexéo

No dia 9 de março é comemorado internacionalmente o Dia do DJ. Para celebrar a data, que sempre vem em seguida ao Dia Internacional da Mulher, nada melhor do que uma entrevista com uma DJ mulher que ARRASA nas pistas e que já é veterana nos toca-discos: a maravilinda Flávia Xexéo.

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Ela foi minha professora na Eletrobase (minha saga já narrei para vocês aqui) e a gente bateu um papo super legal para contar pra vocês um pouco da vida dela como DJ:

S2: Como e quando você resolveu que queria ser DJ? Como aprendeu a tocar?

FX: Resolvi ser DJ por influência dos meus amigos. Muitos eram produtores de festas na época e eu já estava nesse meio. Além disso, meus irmãos que moravam nos EUA me traziam muitas músicas, muitos CDs. Na época não tinha isso de baixar música, você tinha que comprar os CDs e se você tinha acesso às músicas, se destacava. Com isso eu criei um acervo grande e isso era um diferencial muito importante. Meus amigos então falaram: ˜Você tem muita música, você tem bom gosto musical.. toca na minha festa!” e foi assim que começou, sem pretensão. Era divertido, eu gostava da noite, das festas, meus amigos todos queriam estar… Aprendi a tocar no CD com esses meus amigos, com a Eletrobase e minha carreira alavancou. Depois de anos resolvi escolher ser só DJ, porque eu conciliava com a faculdade [a Flávia é formada em Educação Física] e trabalhava com meu pai no restaurante dele. Depois que me formei na faculdade passei 1 ano fora do Brasil. Quando voltei, decidi ser só DJ e investi tudo na minha carreira, comprei equipamentos, vinil, etc… e aí a história mudou de configuração.

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Acho que cada DJ tem o seu diferencial e coloca seu talento conforme a natureza dele. A forma como ele pratica em casa é a forma como ele vai expor aquilo pro mundo. Se ele não praticar, não vai expor nada e vai morrer no mercado.

S2: Quais são suas inspirações musicais?

FX: Nunca tive uma inspiração por algum DJ. Tenho influência dos meus amigos e sigo meus gostos musicais. Eu gosto muito de hip hop. Os anos 90 são tidos como a “Golden era” no mundo do hip hop. Foi quando os principais artistas estouraram e era uma música melhor que a outra. Eu ficava muito envolvida nesse universo do hip hop. Por isso que hoje eu sou considerada “DJ de hip hop”, realmente circulei muito nesse universo, principalmente dos EUA. Sempre tive esse laço com o hip hop americano. Hoje em dia a gente vê uma grande evolução do hip hop mundial, mas os americanos ainda dominam a cena. Só que nunca me inspirei em ninguém para tocar; sempre procurei ficar nas minhas criações. Acho que cada DJ tem o seu diferencial e coloca seu talento conforme a natureza dele. A forma como ele pratica em casa é a forma como ele vai expor aquilo pro mundo. Se ele não praticar, não vai expor nada e vai morrer no mercado. Inspiração mesmo foram as carreiras bem-sucedidas dos amigos e eu mesma vi que tinha potencial praquilo, até por ser uma das primeiras mulheres do Rio de Janeiro a tocar, em estar nas noites da Zona Sul.. Isso me inspirava a continuar nesse caminho e buscar meu diferencial.

S2: Quais foram seus melhores momentos na carreira? E a maior dificuldade?

FX: São tantos momentos bons, cada um com sua particularidade. Um dos meus melhores momentos foi quando minha mãe me emprestou dinheiro para eu comprar meu equipamento e isso foi uma conquista muito grande. Eu sei a dificuldade que é; dou aula e escuto meus alunos falando que não têm condição de comprar e eu tive esse privilégio da família abraçar a causa. Minha mãe comprou meu primeiro equipamento, depois com meu trabalho eu consegui pagar de volta. Outra coisa boa é quando você começa sua carreira e sonha que seu trabalho atinja determinado lugar e quando comecei tinham várias boates e festas que eu sonhava em tocar. Achava que era algo muito distante, mas consegui tocar em todas as festas que eu queria. Então são muitos melhores momentos… Outro exemplo foi quando em 2010 eu fui convidada pela Nike para fazer uma viagem para NY com uma equipe muuuito boa da indústria da música e com uma equipe de basquete do RJ patrocinada pela Nike. Foi o World Basketball Festival, realizado lá em NY. Foi algo que nem sonhei e conquistei. São muitos bons momentos… Até o fato de estar casada hoje com um cara que eu sempre fui apaixonada na minha época de adolescente, que eu ia pra noite e paquerava (o DJ Saci).

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DJ Flávia Xexéo e DJ Saci (meus professores na Eletrobase, junto com o DJ Lulinha)

Sobre as dificuldades… esse ano completo 14 anos de carreira e posso dizer que tive muita sorte. Tudo eu consegui. Algumas  coisas eu consegui mais fácil, outras com um pouco mais de trabalho, mas as coisas foram bem tranquilas pra mim, porque eu comecei onde ninguém começou. Tinha muito homem DJ no universo do hip hop, mas mulher não e acabou que me destaquei. Foi um conjunto de fatores: ciclo de amizades, ser mulher, talento, beleza… uniu tudo e deu certo. A galera das festas sempre me chamava, porque já tinha muito homem. Naquela época as festas começavam a ganhar a configuração de ter mais de um DJ tocando e eu peguei essa onda e acabava sendo um diferencial por ser mulher.

Antigamente as pessoas iam pra noite para escutar músicas diferentes. Hoje em dia elas vão pra noite pra escutar músicas que elas escutam em casa. 

S2: Como você avalia o cenário brasileiro?

FX: Me sinto mais a vontade para falar sobre o cenário carioca. O RJ se tornou uma cidade muito mais turística… as noites, os bares, as festas, estão com muito público de fora. Não falo nem de estrangeiros, mas turistas brasileiros mesmo. Com isso você acaba tornando a noite muito pop, comercial, porque pra atender todo mundo você precisa ver o que vai agradar e o Brasil é uma mistura só. A gente até vê o sertanejo dominando, o funk… Então as noites do Rio estão se tornando uma coisa só. As festas tocam as mesmas músicas, muda uma coisinha ou outra, mas sempre tem o DJ que toca de tudo, o funk no final… A cena eletrônica praticamente não existe, são festivais isolados. Não existe mais boate em que você tem uma programação em que cada dia da semana é de um estilo. Isso acabou. Você não consegue ver uma boate de conceito no Rio de Janeiro, todo mundo toca de tudo. E eu me incluo nesse cenário como uma DJ que toca de tudo. Não dá mais para querer segmentar senão você não terá trabalho. É muita gente, é muita concorrência, é muita panelinha… Antigamente as pessoas iam pra noite para escutar músicas diferentes. Hoje em dia elas vão pra noite pra escutar músicas que elas escutam em casa. Fico um pouco triste, porque se eu for pensar no que vivi na minha época… queria voltar pra lá!

S2: Que dica você dá para quem está começando?

FX: Bom, infelizmente acima de qualquer técnica, quem está começando tem que ser muito bem relacionado no meio. É muito difícil hoje você ser um bom DJ, tocar muito bem e estar no cenário se você não se relacionar, não fizer lobby, não ir nas noites, não fazer contato, não pedir coisa pra alguém. Ninguém consegue sozinho. Você tem que fazer social, ir pra noite, correr atrás de ser bem relacionado, tem que ir pra pista e entrar no circuito e trabalhar muito bem as redes sociais. Tem que ter conteúdo, saber postar, investir nas suas redes, no visual e investir na carreira tecnicamente. Você tem que saber tocar tecnicamente bem também para não desaparecer senão vai vir outro que sabe tocar. Tem que ter esse pacote completo e muitas vezes a pessoa não se encaixa nesse perfil e ninguém fala isso pra ela. Tem que ter uma autocrítica muito forte nesse momento e pensar: “eu nasci pra fazer isso?”

 

Bom, quem já viu a Flavinha tocar sabe que ela nasceu pra fazer isso. Parabéns pelo dia do DJ pra ela, pra mim e para todos aqueles que conhecem o prazer de fazer uma pista ferver.

#sóosomsalva

5 motivos para assistir “The OA”

“The OA” é mais uma daquelas séries-sucesso do Netflix que viciam a gente e não nos deixam descansar antes de terminarmos a temporada, já ansiosos pela próxima. A série narra a vida de Prairie Jonhnson (Brit Marling), que é cheeeeeia dos mistérios. Por exemplo: ela era cega, sumiu por sete anos e, quando voltou, não era mais cega. Intrigante, no mínimo, né? Se isso não foi o suficiente para te deixar curioso sobre a trama, a gente lista aqui 5 motivos para você incluir “The OA” na sua lista de séries para assistir no Netflix:

1) Narrativa diferente

A história toda é contada de forma diferente das narrativas que a gente está acostumado. Você vai descobrindo os acontecimentos junto com os personagens. Mistura passado, presente e dimensões…

2) Vicia

Por ter tantos mistérios e gerar tantas perguntas com o desenrolar da história, é praticamente impossível parar de ver. Assim que um episódio termina, você já fica com o dedo coçando para dar play no próximo episódio. Eu, por exemplo, vi tudo em um domingo. Sim, passei 8 horas non stop da minha vida assistindo The OA. Ainda bem que são só 8 episódios.

3) Tenha fé

A série é, basicamente, sobre acreditar. Assistir “The OA” é acreditar na Prairie, na história, nos outros personagens. Um exercício de fé, porque se você não acreditar, nada faz sentido.

4) Tem filosofia

Mais interessante do que os mistérios e o próprio enredo de “The OA” são as reflexões que a série provoca. Alguns diálogos são bem filosóficos e a série convida você a refletir sobre diversos temas, como por exemplo experiências de quase morte e vida após a morte. Ou então te faz pensar sobre as consequências de cada escolha que você faz…

5) O último episódio é genial

Mas para chegar lá você tem que embarcar na onda dos outros 7 episódios (aquela história de acreditar que eu falei antes, lembra?).

 

Vejam logo para debatermos as teorias sobre “The OA”!

4 filmes de terror no Netflix para assistir nesta sexta-feira 13

Supersticiosos, tremei! Hoje é sexta-feira 13! Para comemorar a data a gente separou 4 filmes de terror no Netflix que não vão deixar ninguém dormir tranquilo, muahahaha. Prontos pra sessão cineminha de hoje?

Atividade Paranormal 2 

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Kristi (Sprague Grayden), irmã de Katie (Katie Featherston), teve recentemente um filho com Daniel (Brian Boland), que já era pai de uma adolescente. Um dia, ao chegarem em casa, a encontram completamente revirada. Tentando evitar que a situação se repita, Daniel compra um sistema de segurança que instala câmeras em diversos cômodos e no lado de fora da casa. Ao mesmo tempo o casal e a adolescente têm por costume filmar tudo o que acontece ao seu redor. Até que um dia situações estranhas começam a acontecer, o que faz com que o trio acredite que a casa é mal assombrada.

O Chamado

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Rachel Keller (Naomi Watts) é uma jornalista que decide investigar a misteriosa morte de sua sobrinha. Ela percebe a relação da morte dela e de várias outras mortes com um estranho vídeo, que faz com que todas as pessoas que o assistam morram exatamente sete dias depois. Intrigada com a história, ela agora precisa descobrir um meio que impeça que a profecia se realize, já que ela e seu filho assistiram ao vídeo.

O Exorcismo de Emily Rose

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Emily Rose (Jennifer Carpenter) é uma jovem que deixou sua casa em uma região rural para cursar a faculdade. Um dia, sozinha em seu quarto no alojamento, ela tem uma alucinação assustadora, perdendo a consciência logo em seguida. Como seus surtos ficam cada vez mais frequentes, Emily, que é católica praticante, aceita ser submetida a uma sessão de exorcismo. Quem realiza a sessão é o sacerdote de sua paróquia, o padre Richard Moore (Tom Wilkinson). Porém Emily morre durante o exorcismo, o que faz com que o padre seja acusado de assassinato. Erin Bruner (Laura Linney), uma advogada famosa, aceita pegar a defesa do padre Moore em troca da garantia de sociedade em uma banca de advocacia. À medida que o processo transcorre o cinismo e o ateísmo de Erin são desafiados pela fé do padre Moore e também pelos eventos inexplicáveis em torno do caso.

A Entidade 

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Ellison (Ethan Hawke) é um escritor de romances policias que acaba de se mudar com a família. No sótão da nova casa ele descobre antigos rolos de filme, que trazem imagens de pessoas sendo mortas. Intrigado com o que elas representam e com um estranho símbolo presente nas imagens, ele e sua família logo passam a correr sério risco de morte. Com Vincent D’Onofrio.

E aí, qual vai ser a escolha de hoje?

Retrospectiva musical de 2016

Final de ano é marcado por retrospectivas e em 2016 aconteceram várias coisas que a gente gostaria de esquecer, né? Maaaas… musicalmente falando, até que o ano foi bom! Vamos relembrar?

(aumenta o som!)

Tivemos o casal Rihanna e Drake mostrando pro mundo como é que se dança sensualmente…

 

Tivemos Drake, né, mores!

 

Tivemos Justin Bieber deixando de ser um guilty pleasure e passando a ser somente pleasure, haha

 

Calvin Harris e Taylor Swift se separaram e na briga teve polêmica com a música que ele gravou com a Rihanna e que teria sido escrita por Taylor…

 

Tivemos The Chainsmokers grudando música nas nossas cabeças…

 

Jorge e Mateus sossegaram…

 

Maiara & Maraisa pensando no dinheiro no meio de drama amoroso…

 

 

Aliás, a mulherada sertaneja ficou numa sofrência só…

 

 

 

Tivemos um tal de taca, taca, taca, taca

 

E um tal de malandramente também…

 

Tivemos a Ludmilla falando pra todo mundo o que é bom mesmo…

 

Tivemos Anitta lançando música com o crush…

 

Enquanto isso nosso eterno crush Justin Timberlake colocava todo mundo pra dançar!

 

Falando em não conseguir ficar parado, o que dizer de Bruno Mars?

 

Tivemos Céu, Mahmundi, Jaloo e Silva enchendo a gente de orgulho da nova geração da música brasileira…

 

 

 

 

Por falar em música brasileira, tivemos Anavitória colocando o Tocantins no mapa musical…

 

Na cena eletrônica tivemos o Martin Garrix sendo eleito o melhor DJ do mundo pelo polêmico ranking da DJ Mag

 

Também tivemos o Brasil arrasando com Alok, Vintage Culture, Felguk e FTampa compondo os line ups dos melhores festivais de música eletrônica do mundo!

 

 

 

 

E tivemos Kungs embalando nossos dias ensolarados e noites quentes…

 

Dançamos muita música latina também!

 

 

Apesar de tantas alegrias, infelizmente tivemos muitas perdas importantes no mundo da música em 2016… David Bowie (janeiro), Prince (abril), Billy Paul (abril), Leonard Cohen (novembro), RIP!

 

 

 

 

Mas… Não vamos deixar a tristeza tomar conta! Sabemos que ídolos da música são imortais e deixam um legado para várias gerações! Né, Elvis?

 

Que venha 2017!

“Silva canta Marisa” = <3

Eu era uma criança que gostava de Marisa Monte. Aí cresci e virei uma adulta que continua gostando de Marisa Monte. E adoro o Silva. Sabem o que aconteceu? Mês passado o Silva lançou um álbum com regravações das músicas da Marisa e eu surtei. Surtei tanto, ouvi tanto, gostei tanto que tô aqui fazendo esse post porque preciso deixar registrado pro mundo que eu estou completamente encantada por esse álbum. “Silva canta Marisa” está disponível no Spotify e terá edições físicas pela Som Livre.

Vou até ouvir de novo:

 

É ou não é maravilhoso?

Dia Nacional do Samba

Se o rock comemora sua rebeldia no dia 13 de julho, hoje, 02 de dezembro, é dia do Samba comemorar toda sua poesia. Pra não passar em branco o Dia Nacional do Samba, separamos os 15 sambas que ou fazem nosso coração bater mais forte, ou nossos quadris rebolarem com mais vontade ou os dois!

  1. O Show Tem Que Continuar

 

2) Conselho

 

3) Coração Em Desalinho

 

4) Ex-Amor

 

5) Disritmia

 

6) Insensato Destino

 

7) Camarão Que Dorme A Onda Leva

 

8) Não Deixe O Samba Morrer

 

9) Foi Um Rio Que Passou Em Minha Vida

 

10) Coisa De Pele

 

 

11) A Flor E O Espinho

 

12) Vou Festejar

 

13) É Hoje O Dia

 

14) A Amizade

 

15) O Que É, O Que é