Siem Reap: muito obrigada! 

Quando estava pesquisando sobre o Camboja, depois de fechar o roteiro da viagem, li a seguinte frase: ” O Camboja é um dos lugares mais perigosos que você conhecerá. Você vai se apaixonar.”

A partir daí minha curiosidade sobre o país aumentou bastante e queria entender o porquê dessa frase, já que a Tailândia me parecia bem mais encantadora e eu não tinha lido nenhuma afirmação parecida…

Em menos de 24h em Siem Reap eu já assinava embaixo da frase que havia lido sobre o Camboja. Que país! E que população! Dá vontade de abraçar todo mundo e levar pra casa!

O país tem uma história muito sofrida e um passado recente tão sangrento que eles tinham de tudo pra ser um povo rancoroso, desconfiado, amargurado… E o que se encontra são pessoas sorridentes, felizes, agradecidas, que não sabem o que fazer pra te agradar. Acho que eles estão felizes por estarem vivos e pelo pesadelo ter acabado – e não há felicidade mais genuína!

O Camboja pode não estar tão evoluído quanto a Tailândia em termos turísticos, mas o país já está bem organizado. Basta ver todo o esquema que eles montam pros turistas assistirem o nascer do Sol do Angkor Wat, um must see de Siem Reap!

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Angkor Wat é só um dos vários templos da cidade, você até se perde com tantas construções na temática pedras e árvores hehehe…Um mais lindo que o outro!

 

De noite, tive a honra de jantar no Haven, um restaurante que treina jovens órfãos e refugiados e os inserem no mercado de trabalho. Um lugar com uma energia tão maravilhosa e um trabalho tão lindo que é impossível não se emocionar. Fiquei tão impactada que no final virei até amiga da dona do lugar, a Sara! Que outras pessoas tenham a mesma iniciativa que ela teve em outros lugares, o mundo tá precisando de gente assim!

 

E pra quem pensava que no Camboja a coisa era só templos, árvores e pedras… a Pub Street tá aí pra mostrar que Siem Reap tem uma nightlife que não fala mal de ninguém! E com chopp a $0,50!!!

Senti tanto amor por aqui, tanta felicidade, tanta energia boa que é com muito aperto no coração que me despeço de Siem Reap rumo à Sihanoukville. Pelo menos ainda será Camboja e pelo menos será praia.

E de fato, Camboja é o país mais perigoso: me apaixonei de primeira; roubou meu coração.

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Autor: Babi

Carioca, DJ, botafoguense, comunicadora, viajante e sonhadora que quando fica inspirada brinca de ser escritora.

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